Mitos & Verdades - continuação

Fique atenta a o que você ouve




Você estar com anemia é normal!

Depende: No decorrer da gravidez, pode ocorrer a anemia fisiológica, uma ligeira anemia relativa à gravidez, provocada pelo aumento do volume sanguíneo no organismo, que acaba reduzindo a quantidade de glóbulos vermelhos do sangue. Essa anemia surge geralmente após a 20ª semana de gravidez e ocorre com frequência. A que não é comum, e deve ser evitada ou combatida, é a anemia carencial, causada devido ao baixo nível de ferro (mineral importantíssimo na produção das células vermelhas) e carência de ácido fólico, o que acaba gerando uma redução da concentração de hemoglobina no sangue. A Hemoglobina é um tipo de proteína localizada nas células vermelhas, que têm um papel crucial no transporte de oxigênio para os tecidos do corpo.




Se você não comer o que tem
vontade, seu bebê nascerá com
uma marca parecida com a comida!

Mentira: Ter vontade de comer um alimento é muito normal durante a gravidez, mas isto tem a ver apenas com as necessidades do seu organismo, que pede determinado nutriente na gestação. Se você não satisfizer seu desejo, nada acontecerá com seu bebê. Esse negócio de marca parecida com comida é besteira, mais um daqueles folclores que ninguém sabe quando surgiu.
Mas vai aqui um lembrete para o papai: Não custa nada levantar de madrugada para ir a uma banca de frutas e comprar aquele tão desejado morango para a mamãe. Afinal, todo mundo tem que fazer a sua parte e, com certeza, esta será sua grande ação do dia, que vai demonstrar seu grande carinho e afeto por sua companheira e por seu filho. Além disso, não há mamãe que não goste de ser paparicada, não é?
Outras frases, como por exemplo, "Se você fizer tricô seu bebê vai enrolar o umbigo", "Seu bebê vai nascer cabeludo porque você está tendo muita azia", "Seu bebê vai nascer bem grandinho e pesado porque sua barriga está grande demais, ou vice-versa", são pura bobagem e você não deve dar ouvidos.




Se você consumir bebidas alcoólicas
não vai prejudicar seu bebê!

Depende: Se você beber socialmente durante a gravidez, não há problema, pois pequenas doses não causam dano algum ao seu filho. O álcool somente passa a oferecer risco ao bebê quando consumido em altas doses. Portanto, se você é daquelas que exagera continuamente, é melhor se conter. As bebidas alcoólicas, quando consumidas excessivamente pela gestante, passam através da placenta pela corrente sanguínea e apesar do álcool já ter sido usado para inibição de trabalho de parto, dependendo da quantidade ingerida e da fase da gravidez, podem provocar um aborto espontâneo, um parto prematuro ou a chamada síndrome alcoólica fetal, que causa alterações no desenvolvimento neurológico do bebê.
Além disso, o excesso de álcool pode causar retardo de crescimento intrauterino e diminuição dos movimentos respiratórios fetais; após o nascimento pode fazer com que o bebê apresente irritabilidade e dificuldades para o sono e mais tarde, durante sua infância, podem ocorrer retardo mental e de desenvolvimento, o que causa um baixo aproveitamento escolar e dificuldades para comunicação (fala e escuta). Já na adolescência, podem surgir problemas de atenção, memória e julgamento.
Infelizmente não existe tratamento para as crianças que nascem com problemas causados pelo álcool e os defeitos adquiridos são definitivos.
Durante a amamentação, o consumo do álcool é desaconselhável, pois ele passa com enorme facilidade para o leite materno.




Fumar alguns cigarros durante a
gravidez não prejudica o bebê!

Mentira: Dizer que não há problema em fumar alguns cigarros é um absurdo.
O cigarro, por possuir várias substâncias tóxicas, é altamente prejudicial ao bebê durante a gravidez. Portanto, tão logo a mulher saiba que está grávida, deve imediatamente largá-lo. É importante também, que a gestante não fique próxima a pessoas que estão fumando, pois o mal é o mesmo.
Um dos problemas mais sérios causados pelo fumo, refere-se à redução do volume dos vasos sanguíneos, o que afeta diretamente o cordão umbilical. Se as artérias e a veia do cordão umbilical tiverem seu diâmetro diminuído, haverá menos sangue, menos oxigênio e menos alimento para o bebê. O cigarro também provoca alterações neurológicas e um aumento do batimento cardíaco no feto, além de fazer com que o bebê tenha problemas respiratórios ao nascer, ou até mesmo, que venha a tê-los no futuro.
As mulheres fumantes têm, na maioria dos casos, filhos com baixo peso e maiores riscos de contrações, abortos espontâneos e partos prematuros.
Medicamentos para ajudar a deixar de fumar também são contra-indicados.



 
 
 

 
 

 

 

 

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26 de Março de 2017

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